quarta-feira, 6 de maio de 2015



Comentário crítico do filme “O Terminal”




Apesar de já ter assistido várias vezes o filme “O Terminal” desta vez observei melhor as diferentes formas de linguagem, que às vezes são tão comuns em nosso dia a dia que parece ter sido introduzido em nossa cultura, de modo que utilizamos não somente a linguagem verbal, mas também a linguagem não verbal e a linguagem mista.

O Terminal conta a história de Viktor Navorski um homem que vai de seu país a Krakozhia para os Estados Unidos da América, e que devido a um golpe que seu país sofreu enquanto ele estava no avião ele não pode entrar no país estrangeiro, e nem voltar para seu país de origem. Sem dominar o código de linguagem dos Americanos o protagonista passa por várias dificuldades até o obter o domínio da língua.

Percebemos nesse filme que não se precisa necessariamente falar para se comunicar com outras pessoas, em muitos trechos do filme a mensagem passada de forma não verbal é muito melhor compreendida por Viktor do que necessariamente na forma verbal (ou seja, falada). Ninguém explica para Viktor o significado de cada carimbo da alfândega, mesmo assim ele sabe que o carimbo verde o daria o acesso aos Estados Unidos, e com o carimbo vermelho ele continuaria naquele aeroporto.

Outra forma de linguagem presente no filme é a mista, que a princípio é falha. Quando o chefe da segurança pede a Viktor o seu passaporte (linguagem verbal), e estende a sua mão esperando que Viktor entregue o passaporte (linguagem não verbal), o ato de estender a mão é interpretado por Viktor de outra forma, como se fosse um cumprimento, e quando o chefe da segurança estende a mão pra ele, ele aperta a sua mão.Entre outras coisas o filme mostra como o Protagonista mesmo sem ter domínio sobre a linguagem dos nova-iorquinos, ele se compra um livro igual ao seu só que no idioma inglês e compara assim as palavras para assim poder se comunicar melhor com as pessoas.

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